O Brasil está entrando em uma nova fase do Super El Niño — e as consequências vão muito além do noticiário sobre o clima
- 17 de jul.
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Nesta semana, o Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos (CPC/NOAA) elevou para 81% a probabilidade de o fenômeno atingir a classificação "muito forte" entre outubro e dezembro deste ano. Se a projeção se confirmar, este será um dos episódios mais intensos já registrados desde 1950, ao lado dos históricos eventos de 1982/83, 1997/98 e 2015/16.
E o mais importante: os efeitos já começaram a aparecer.
Um país dividido em dois cenários
Os modelos climáticos indicam que a partir de agora a circulação atmosférica sobre a América do Sul já está sendo alterada, dividindo o país em dois extremos:
→ No Sul (RS, SC e PR), a expectativa é de chuva acima da média, com maior frequência de temporais, vendavais, granizo e risco elevado de enchentes, alagamentos e deslizamentos. Meteorologistas já alertam para a possibilidade de fenômenos mais raros, como microexplosões atmosféricas e tornados.
→ No Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o cenário é oposto: menos chuva e calor intenso, com temperaturas podendo superar os 40°C entre outubro e dezembro. A combinação de seca prolongada e vegetação seca também eleva significativamente o risco de incêndios florestais, especialmente em Mato Grosso, Rondônia, Acre e na região do Matopiba.
Por que isso importa para famílias e empresas
Esses extremos climáticos não ficam restritos aos boletins meteorológicos. Eles se traduzem em riscos concretos e recorrentes:
• Danos a imóveis por enchentes, infiltrações e queda de energia • Interrupção de operações por bloqueio de rodovias e falhas logísticas • Perdas agrícolas e de estoque por estiagem, queimadas ou excesso de chuva • Aumento de sinistros em veículos por temporais, granizo e vendavais • Impactos na saúde, com maior incidência de doenças respiratórias e arboviroses
Órgãos como Defesa Civil, INPE e Cemaden já reforçaram a recomendação de que empresas e famílias atualizem seus planos de contingência para os próximos meses. E isso inclui revisar como seu patrimônio está protegido.
A pergunta que vale a pena fazer agora
Se um temporal atingisse sua residência ou sua empresa amanhã, sua apólice cobriria os danos? E se fosse um incêndio, uma falta de energia prolongada ou a paralisação da sua operação por dias?
Muita gente só descobre as lacunas da sua cobertura no momento do sinistro — quando já é tarde para corrigir. Com um cenário climático mais extremo se consolidando para os próximos meses, este é o momento certo para revisar coberturas, limites e exclusões antes que o problema bata à porta.
Na Dacol Seguros, ajudamos famílias e empresas a fazer essa análise com calma: identificar riscos reais, revisar apólices existentes e desenhar uma proteção sob medida para o que está por vir.
Fale com a gente e agende uma análise detalhada da sua cobertura atual.


